quarta-feira, 9 de setembro de 2009

A FORMAÇÃO DO CÂNON DO NOVO TESTAMENTO

Quando Paulo escreveu a Timóteo, dizendo que "toda Escritura é divinamente inspirada..." (II Tim. 3:16), ele não tinha em mente o nosso Novo Testamento. A referência era à coletânea de livros conhecidos por nós como o Velho Testamento (todas as referências às "Escrituras" em o Novo Testamento dizem respeito ao Velho Testamento). A Bíblia dos primeiros cristãos era o Velho Testamento em grego, conhecido como a Septuaginta. Raramente o Velho Testamento em hebraico era conhecido.

À medida que a igreja crescia, na era apostólica, ela começou a colecionar certos escritos, que por fim se tornaram o Novo Testamento, que foi considerado como sendo igualmente inspirado, como "as Escrituras". Como aconteceu isto? Quem escolheu estes vinte e sete livros para serem à base da fé cristã? Por que outros livros foram excluídos? Estas são algumas perguntas com que se depara o estudante sério do Novo Testamento.

Quando Paulo estava escrevendo suas cartas, ele não tinha consciência de que elas posteriormente iriam ser consideradas escritos sagrados. Ele e os outros autores escreveram para suprir necessidades específicas dos primeiros leitores. Embora eles tenham sido guiados pelo Espírito Santo a escreverem como o fizeram, eles só tinham em mente sua geração de leitores. Nenhum dos escritores do Novo Testamento esperava morrer. Sua grande esperança era que o Senhor iria retornar antes de sua morte.

Por esta razão, eles não sabiam que seus esforços haveriam de ser "Escrituras Sagradas" para gerações posteriores.
Contudo, podem-se encontrar certas exortações no Novo Testamento acerca da leitura pública dos escritos apostólicos (Col. 4:16; I Tess. 5:27; I Tim. 4:13; II Ped. 3:15 e Apoc. 1:3; 2:7, 11, 17, 29; 3:6, 13, 22; 22:18). Há até mesmo uma referência encoberta em II Pedro 3:15, 16 de que as cartas de Paulo são de igual autoridade ante as "Escrituras". Era apenas natural o fato de que as palavras e as histórias autênticas acerca da vida e obra de Jesus, e a interpretação da experiência cristã para o viver diário, devessem receber posição de autoridade na igreja primitiva. As igrejas começaram cedo a colecionar vários escritos, que preservaram os ensinos dos apóstolos; depois começaram a circular estas coleções. Deve ser entendido que cada coletânea não era a mesma. Algumas continham apenas algumas poucas cartas de Paulo; outras incluíam um Evangelho ou dois; ainda outras tinham outros livros do Novo Testamento; e outras mais tinham livros que não são aceitos dentro do Novo Testamento.

O CÂNON DO NOVO TESTAMENTO

Como no Antigo Testamento, homens inspirados por Deus escreveram aos poucos os livros que compõem o câ­non do Novo Testamento. Sua formação levou apenas duas gerações: quase 100 anos. Em 100 d.C. todos os livros do Novo Testamento estavam escritos. O que demorou foi o reconhecimento canônico, isto motivado pelo cuidado e escrúpulo das igrejas de então, que exigiam provas conclu­dentes da inspiração divina de cada um desses livros. Ou­tra coisa que motivou a demora na canonização foi o surgi­mento de escritos heréticos e espúrios com pretensão de autoridade apostólica. Trata-se dos livros apócrifos do Novo Testamento, fato idêntico ao acontecido nos tempos do encerramento do cânon do Antigo Testamento.

A ordem dos 27 livros do Novo Testamento, como te­mos atualmente em nossas Bíblias, vem da Vulgata, e não leva em conta a seqüência cronológica.

Há também livros mencionados no Novo Testamento até ago­ra desaparecidos (1 Co 5.9; Cl 4.16).

a. Ás Epístolas de Paulo. Foram os primeiros escritos do Novo Testamento. São 13: de Romanos a Filemom. Fo­ram escritas entre 52 e 67 d.C. Pela ordem cronológica, o primeiro livro do Novo Testamento é 1 Tessalonicenses, escrito em 52 d.C. 2 Timóteo foi escrita em 67 d.C, pouco antes do martírio do apóstolo Paulo em Roma. Esses livros foram também os primeiros aceitos como canônicos. Pedro chama os escritos de Paulo de "Escrituras" - título aplica­do somente à Palavra inspirada de Deus! (2 Pe 3.15,16).

b. Os Atos dos Apóstolos. Escrito em 63 d.C, no fim dos dois anos da primeira prisão de Paulo em Roma (At 28.30).

c. Os Evangelhos. Estes, a princípio, foram propagados oralmente. Não havia perigo de enganos e esquecimento porque era o Espírito Santo quem lembrava tudo e Ele é infalível (Jo 14.26). Os Sinóticos foram escritos entre 60 a 65 d.C. Marcos, em 65. Em 1 Timóteo 5.18, Paulo, escre­vendo em 65 d.C, cita Mateus 10.10. João foi escrito em 85. Entre Lucas e João foram escritas quase todas as epís­tolas. Note-se que Paulo chama Mateus e Lucas de "Escri­turas" ao citá-los em 1 Timóteo 5.18; o original dessa cita­ção está em Mateus 10.10 e Lucas 10.7.

d. As Epístolas, de Hebreus a Judas, foram escritas en­tre 68 e 90 d.C. Quanto à autoria de Hebreus, só Deus sabe de fato. Agostinho (354-430 d.C), bispo de Hipona, África do Norte, afirma que seu autor é Paulo. As igrejas orientais atribuíram-na a Paulo, mas as ocidentais, até o IV século recusaram-se a admitir isto. A opinião ainda hoje é a favor de Paulo. Orígenes (185-254) - o homem mais ilustre da igreja antiga, e, anterior a Agostinho - afirma: "Quem a escreveu só Deus sabe com certeza".

e. O Apocalipse. Escrito em 96 d.C, durante o reinado do imperador Domiciano.

Muitos livros antes de serem finalmente reconhecidos como canônicos foram duramente debatidos. Houve muita relutância quanto às epístolas de Pedro, João e Judas bem como quanto ao Apocalipse. Tudo isto tão-somente revela o cuidado da Igreja e também a responsabilidade que en­volvia a canonização. Antes do ano 400 d.C, todos os livros estavam aceitos. Em 367, Atanásio, patriarca de Alexan­dria, publicou uma lista dos 27 livros canônicos, os mes­mos que hoje possuímos; essa lista foi aceita pelo Concilio de Hipona (África) em 393.


Data do reconhecimento e fixação do cânon do Novo Testamento

Isso ocorreu no III Concilio de Cartago, em 397 d.C. Nessa ocasião, foi definitivamente reconhecido e fixado o cânon do Novo Testamento. Como se vê, houve um ama­durecimento de 400 anos.

A necessidade da mensagem escrita do Novo Testa­mento

A mensagem da Nova Aliança precisava ter forma es­crita como a da Antiga. Após a ascensão do Senhor Jesus, os apóstolos pregaram por toda parte sem haver nada es­crito. Sua Bíblia era o Antigo Testamento. Com o correr do tempo, o grupo de apóstolos diminuiu. O Evangelho espa­lhou-se. Surgiu a necessidade de reduzi-lo à forma escrita, para ser transmitido às gerações futuras. Era o plano de Deus em marcha. Muitas igrejas e indivíduos pediam ex­plicações acerca de casos difíceis surgidos por perturba­ções, falsas doutrinas, problemas internos, etc. (Ver 1 Coríntios 1.11; 5.1; 7.1.)

Os judeus cumpriram sua missão de transmitir ao mundo os oráculos divinos (Rm 3.2). A Igreja também cumpriu sua parte, transmitindo as palavras e ensinos do Senhor Jesus, bem como as que Ele, pelo Espírito Santo inspirou aos escritores sacros. Ele mesmo disse: "Tenho muito que vos dizer... mas o Espírito de verdade... dirá tudo o que tiver ouvido e vos anunciará o que há de vir" (Jo 16.12,13).

Dão testemunho da existência de livros do Novo Testa­mento, em seu tempo, os seguintes cristãos primitivos, cu­jas vidas coincidiram com a dos apóstolos ou com os discí­pulos destes:

· Clemente de Roma, na sua carta aos Coríntios, em 95 d.C. cita vários livros do Novo Testamento.

· Policarpo, na sua carta aos Filipenses, cerca de 110 d.C, cita diversas epístolas de Paulo.
· Inácio, por volta de 110, cita grande número de livros em seus escritos.

· Justino Mártir, nascido no ano da morte de João, escre­vendo em 140 d.C, cita diversos livros do Novo Testamen­to.

· Irineu (130-200 d.C), cita a maioria dos livros do Novo Testamento, chamando-os "Escrituras".

· Orígenes (185-254 d.C), homem erudito, piedoso e via­jado, dedicou sua vida ao estudo das Escrituras. Em seu tempo, os 27 livros já estavam completos; ele os aceitou, embora com dúvida sobre alguns (Hebreus, Tiago, 2 Pe­dro, 2 e 3 João).

DATAS E PERÍODOS SOBRE O CÂNON EM GE­RAL

O Antigo Testamento foi escrito no espaço de mais ou menos 1.046 anos; de 1491 a 445 a.C, isto é, de Moisés a Esdras. A data 445 é apenas um ponto geral de referência cronológica quanto ao encerramento do cânon do Antigo Testamento. Se entrarmos em detalhes sobre o último li­vro do Antigo Testamento em ordem cronológica - Malaquias, teremos uma variação de espaço de tempo como ve­remos a seguir. O Pentateuco, como já vimos, foi iniciado cerca de 1491 a.C. Malaquias, o último livro do Antigo Testamento por ordem cronológica, foi escrito após 445, no final do governo de Neemias e do sacerdócio de Esdras. Ora, isto foi a partir de 432, quando Neemias regressou a Jerusalém, procedente da Pérsia, para onde tinha ido em 434, a fim de renovar sua licença (Ne 13.6). É a partir des­se ano que Malaquias entra em cena. Quando ele escreveu, talvez Neemias não estivesse mais na Palestina, porque não o menciona em seu livro, como fazem Ageu e Zacarias, profetas seus antecessores, os quais mencionam Zorobabel e Josué, respectivamente, governador e sacerdote dos repa­triados. (Ver Zacarias capítulos 3 e 4 e Ageu 1.1.)

Malaquias não menciona nominalmente Neemias, ape­nas menciona o "Governador" (Ml 1.9). O próprio livro de Malaquias apresenta outras evidências internas que o co­locam de 432 em diante, como passamos a mostrar:

a. Em Malaquias 2.10-16, vê-se que os casamentos ilíci­tos que Esdras corrigira antes de Neemias, em 516 (Ed 9 e 10), estavam ocorrendo outra vez. Isto coincide com o esta­do descrito em Neemias 13, acontecido em 432.

b. Em Malaquias 3.6-12, havia pobreza no tesouro do templo. Situação idêntica à de Neemias 13, reinante em 432.

c. As referências de Malaquias 1.13; 2.17; 3.14, indicam que o culto levítico já havia sido restaurado há bastante tempo. Essa restauração temo-la ampliada em Neemias 12.44 ss.

Portanto, Malaquias deve ter sido escrito cerca de 432 a.C. Repetimos o que dissemos há pouco: a data 445 é ape­nas um ponto geral de referência quanto ao encerramento do cânon do Antigo Testamento. Foi esse o ano em que Es­dras iniciou seu grande ministério entre os repatriados de Israel. Se descermos a detalhes quanto ao livro de Mala­quias, partiremos de 432. Malaquias é o último livro do Antigo Testamento, quanto à ordem cronológica. Quanto à disposição dos livros no corpo do cânon hebraico, o último livro é 2 Crônicas, como já mostramos.

O Novo Testamento foi completado em menos de 100 anos, pois seu último livro, o Apocalipse, foi escrito cerca de 96 d.C. Isto é, dá um total de 1.142 anos para a forma­ção de ambos os Testamentos (1.046 + 96). (Leve-se em conta que a cronologia bíblica é sempre aproximada, pois os povos orientais não tinham um sistema fixo de compu­tação de datas.)

Quando se fala do espaço total de tempo, que vai da es­crita do Pentateuco ao Apocalipse, é preciso intercalar os 400 anos do Período Interbíblico ocorrido entre os Testa­mentos, o que dará um total de 1.542 anos (1.046 + 96 + 400). Por isso se diz que a Bíblia foi escrita no espaço de 16 séculos. Este é o período no qual o cânon foi completado. Noutras palavras: o cânon abrange na História um total de 1542 anos, porém foi escrito em 1.142 anos, aproximada­mente.

OS LIVROS APÓCRIFOS

Nas Bíblias de edição da Igreja Romana, o total de li­vros é 73, porque essa igreja, desde o Concilio de Trento, em 1546, incluiu no cânon do Antigo Testamento 7 livros apócrifos, além de 4 acréscimos ou apêndices a livros canô-nicos, acrescentando, assim, ao todo, 11 escritos apócrifos.

A palavra "apócrifo" significa, literalmente, "escondi­do", "oculto", isto em referência a livros que tratavam de coisas secretas, misteriosas, ocultas. No sentido religioso, o termo significa "não genuíno", "espúrio", desde sua apli­cação por Jerônimo. Os apócrifos foram escritos entre Malaquias e Mateus, ou seja, entre o Antigo e o Novo Testa­mento, numa época em que cessara por completo a revela­ção divina; isto basta para tirar-lhes qualquer pretensão de canonicidade. Josefo rejeitou-os totalmente. Nunca fo­ram reconhecidos pelos judeus como parte do cânon hebraico. Jamais foram citados por Jesus nem foram reco­nhecidos pela igreja primitiva.

Jerônimo, Agostinho, Atanásio, Júlio Africano e outros homens de valor dos primitivos cristãos, opuseram-se a eles na qualidade de livros inspirados. Apareceram a pri­meira vez na Septuaginta, a tradução do Antigo Testa­mento feita do hebraico para o grego. Quando a Bíblia foi traduzida para o latim, em 170 d.C, seu Antigo Testamen­to foi traduzido do grego da Septuaginta e não do hebraico. Quando Jerônimo traduziu a Vulgata, no início do Século V (405 d.C), incluiu os apócrifos oriundos da Septuaginta, através da Antiga Versão Latina, de 170, porque isso lhe foi ordenado, mas recomendou que esses livros não pode­riam servir como base doutrinária.

São 14 os escritos apócrifos: 10 livros e 4 acréscimos a livros. Antes do Concilio de Trento, a Igreja Romana acei­tava todos, mas depois passou a aceitar apenas 11: 7 livros e os 4 acréscimos. A Igreja Ortodoxa Grega mantém os 14 até hoje.

Os 7 livros apócrifos constantes das Bíblias de edição católico-romana são:

1) TOBIAS (Após o livro canônico de Esdras)
2) JUDITE (após o livro de Tobias)
3) SABEDORIA DE SALOMÃO (após o livro canônico
4) ECLESIÁSTICO (após o livro de Sabedoria)
5) BARUQUE (após o livro canônico de Jeremias)
6) 1 MACABEU
7) 2 MACABEU (ambos, após o livro canônico de Ma-laquias)

Os 4 acréscimos ou apêndices são:

1) ESTER (a Ester, 10.4 - 16.24)
2) CÂNTICO DOS TRÊS SANTOS FILHOS (a Da­niel, 3.24-90)
3) HISTÓRIA DE SUZANA (a Daniel, cap. 13) e
4) BEL E O DRAGÃO (a Daniel, cap. 14)

Como já foi dito, dos 14 apócrifos, a Igreja Romana aceita 11 e rejeita 3, isto, após 1546 d.C. Os livros rejeita­dos são:

1) 3 ESDRAS
2) 4 ESDRAS E
3) A ORAÇÃO DE MANASSES

Os livros apócrifos de 3 e 4 Esdras são assim chamados porque nas Bíblias de edição católico-romana o livro de ESDRAS é chamado 1 ESDRAS; o de NEEMIAS, de 2 ESDRAS.

A Igreja Romana aprovou os apócrifos em 18 de abril de 1546, para combater o movimento da Reforma Protestan­te, então recente. Nessa época, os protestantes combatiam violentamente as novas doutrinas romanistas: do Purgató­rio, da oração pelos mortos, da salvação mediante obras, etc. A Igreja Romana via nos apócrifos bases para essas doutrinas, e, apelou para eles, aprovando-os como canônicos.

Houve prós e contras dentro da própria Igreja de Roma. Nesse tempo os jesuítas exerciam muita influência no cle­ro. Os debates sobre os apócrifos motivaram ataques dos dominicanos contra os franciscanos. O cardeal Pallavaci-ni, em sua "História Eclesiástica", declara que em pleno concilio, 40 bispos, dos 49 presentes, travaram luta corpo­ral, agarrados às barbas e batinas uns dos outros... Foi nes­se ambiente "espiritual" que os apócrifos foram aprova­dos! A primeira edição da Bíblia romana com os apócrifos deu-se em 1592, com autorização do Papa Clemente VIII.

Os reformadores protestantes publicaram a Bíblia com os apócrifos colocando-se entre o Antigo e Novo Testamen­to; não como livros inspirados, mas bons para a leitura e de valor literário e histórico. Isto continuou até 1629. A famo­sa versão inglesa de King James,de 1611, ainda os conser­vou. Após 1629, os evangélicos os omitiram de vez nas Bíblias editadas, para evitar confusão entre o povo simples que nem sempre sabe discernir entre um livro canônico e um apócrifo.

A aprovação dos apócrifos pela Igreja Romana foi uma intromissão dos católicos em assuntos judaicos, porque, quanto ao cânon do Antigo Testamento, o direito é dos ju­deus e não de outros. Além disso, o cânon do Antigo Testa­mento estava completo e fixado há muitos séculos.

Entre os católicos corre a versão de que as Bíblias de edição protestante são falsas. Quem, contudo, comparar a Bíblia editada pelos evangélicos com a editada pelos cató­licos há de concordar em que as duas são iguais, exceto na linguagem e estilo, que são peculiares a cada tradução. O que alegam contra a nossa Bíblia é que lhe faltam livros e partes de outros, mas essa falta é de livros e de parte de li­vros apócrifos, como mencionamos.

OUTROS LIVROS APÓCRIFOS

Há ainda outros escritos espúrios relacionados tanto com o Antigo como com o Novo Testamento. São chama­dos pseudo-epigráficos. Os do Antigo Testamento perten­cem à última parte do período interbíblico. Todos os livros dessa classe apresentam-se como tendo sido escritos por santos de ambos os Testamentos, daí seu título: pseudo-epigráficos. São na maioria, de natureza Apocalíptica. Nunca foram reconhecidos por nenhuma igreja.

Os referentes ao período do Novo Testamento também nunca foram reconhecidos por ninguém como tendo canonicidade. São cheios de histórias ridículas e até indignas de Cristo e seus apóstolos. Essas histórias são muito explo­radas pela gente simplória e crédula. Desse período há de tudo: evangelhos, epístolas, apocalipse, etc.

Os principais somam 24. Os que estudam a Bíblia devem estar acautelados do seguinte, concernente aos livros canônicos e apócrifos em geral:

• Aos nossos 39 livros canônicos do Antigo Testamento, os católicos os chamam de protocanônicos.
• Os 7 livros, que chamamos de apócrifos, os católicos os chamam de deuterocanônicos.
• Os livros que chamamos de pseudo-epigráficos, eles os chamam de apócrifos.

2 comentários:

  1. Sr.Professor Leonardo Mariano, com relação ao que vc diz sobre os apocrifos.. de uma olhadinha ou digite no google.. "CAIAFARSA".. ai vc vai ver que você está publicando mentiras sobre a Igreja Catolicas.. mil anos..antes do concilio de trento existe documentos que prova que Igreja fundada por Jesus Cristo não incluiu nesse conciliio

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  2. http://caiafarsa.wordpress.com/apocrifos-na-biblia/

    http://caiafarsa.wordpress.com/mentira-contra-os-deuterocanonicos-eclesiastico/

    http://caiafarsa.wordpress.com/baruc-e-apocrifo/

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